Acessibilidade para deficientes físicos nos Condomínios
A acessibilidade em condomínios facilita a vida de pessoas, como, mães com crianças de colo ou nos carrinhos, cadeirantes, idosos, pessoas com andadores, bengalas de apoio ou bengalas de orientação, pessoas com fraturas, etc., além de possibilitar locomoção dos ocupantes do edifício, que possuem ou estão com suas mobilidades reduzidas, às vezes até mesmo por uma cirurgia ou fratura. Em virtude da Lei de Acessibilidade - Decreto de lei n°5296 de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis 10.048 e 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Ela estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
O maior problema de engenharia, está nos condomínios antigos, que muitas vezes não possuem os espaços necessários para implementação dos requisitos da norma de acessibilidade, neste caso para que se possa ser feito as adaptações, é importante que a realização de uma análise técnica no condomínio para que se conheça quais as obras viáveis e que não irão atingir a estrutura do prédio. No caso dos condomínios construídos após a validade das leis sobre o tema, já devem atende-la na íntegra, garantindo a acessibilidade de seus moradores e visitantes. No caso de não atendimento, o condomínio pode e deve entrar em contato formal com a construtora e exigir que as obras sejam realizadas.
Todas nossas recomendações visam a orientação básica, pois todo o estudo deverá ser realizado por um profissional habilitado, engenheiro ou arquiteto, que deverá atender a ABNT NBR 9050, legislações específicas e criar um plano de reforma em conformidade com a ABNT NBR 16.280. Todas as reformas em dependências, onde a norma de acessibilidade seja aplicável deverá ser atendida.
Abaixo daremos 7 dicas para uma melhor acessibilidade dentro do condomínio, veja:
- Instalar/construir rampas de acesso onde há desníveis é a primeira medida a ser tomada. Preste atenção no material da rampa, que deve ser antiderrapante e com corrimãos fixados nos dois lados da mesma.
- Reserve as vagas de estacionamento mais próximas dos elevadores e/ou entrada/saída para pessoas com necessidades especiais.
- Os degraus e rampas espalhados pelo condomínio devem ser sinalizadas com piso tátil, alertando às pessoas cegas ou com pouca visão sobre os desníveis.
- Pisos muito polidos devem ser evitados, pois são propensos a causar acidentes, principalmente entre os idosos ou pessoas com deficiência física. Placas de granito áspero ajudam a evitar as quedas.
- Nos elevadores: a existência da comunicação em braile é um ponto importante. Outro destaque é que os botões devem estar na altura entre 80cm e 1m20 do piso. Se possível, instalar sinalização sonora, que anuncia os andares.
- Nos banheiros do condomínio, instale barras de ferro ao lado dos vasos sanitários, que auxiliam as pessoas com dificuldade de locomoção.
- Na escolha das maçanetas, opte pelas do tipo alavanca para as portas existentes no prédio, já que são mais fáceis de manusear.
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