Contato
A conta do condomínio

Não somos um banco. E isso é de propósito.

Boa parte dos concorrentes abriu a própria instituição financeira e pede que o condomínio migre a conta para lá. Nós fizemos a escolha oposta: o condomínio fica com o banco que já tem, e o sistema conversa com ele — cobrando, pagando e conciliando de dentro do ERP.

Como funciona
Contas do condomínio 4 bancos diferentes
Saldo somado R$ 128.430,00
Baixa sem humano 92% o resto vai pra fila de decisão
Movimento previsto + R$ 41.200
entra sai

Trocar de sistema não deveria obrigar o condomínio a trocar de banco.

A conta que já existe, dentro do sistema

Três passos, e o banco vira parte do ERP

Não há migração de conta, não há transferir saldo, não há explicar em assembleia por que o dinheiro mudou de lugar.

1 Você cadastra a conta A conta corrente que o condomínio já usa entra no sistema, com as credenciais de API do banco.
2 O sistema opera nela Cobrança por boleto e PIX, pagamento a fornecedor, transferência — pelo banco do condomínio, sem abrir o site dele.
3 O extrato se explica Cada valor que entrou é amarrado à cobrança que o originou. O que não casa sozinho vira uma decisão na fila, não um mistério.
Condomínio novo, sem conta ainda

E quando o condomínio precisa abrir uma?

Condomínio recém-constituído costuma travar aqui: sem conta, não emite boleto; para abrir conta, alguém precisa ir ao banco. Para esse caso, dá pra começar a abertura de uma conta PJ do BTG Empresas de dentro do sistema.

A abertura começa aqui

Um assistente no sistema recolhe os dados do condomínio e do responsável e leva ao onboarding do BTG sem digitar tudo de novo.

Pré-preenchido, não engessado

Nome, documento e contato do condomínio já vêm sugeridos — e podem ser trocados, porque nem sempre a conta é da mesma pessoa jurídica.

O andamento fica visível

Depois de iniciada, a abertura tem status consultável no próprio sistema. Você não fica sem saber em que pé está.

A conta é do BTG, não nossa

Quem abre, analisa, aprova e guarda o dinheiro é o banco. Nós somos o software que facilita o começo e depois opera a conta.

Ninguém é obrigado

É uma porta a mais, não um caminho único. O condomínio que já tem banco continua com ele — e nenhuma função do sistema depende dessa escolha.

Vários bancos ao mesmo tempo

Condomínio com conta operacional num banco e fundo de reserva em outro é o normal, não a exceção. O painel soma o que está espalhado.

Entrada, saída e o que fica no meio

O que o sistema faz com a conta

A parte chata de conta bancária não é ter a conta — é bater o extrato, repassar para quem é de direito e descobrir quem pagou aquele PIX solto.

Conciliação pela API do banco

O que entrou é casado com a cobrança certa por valor, data e pagador. O que sobra vira uma fila curta de decisão humana, não um extrato inteiro para conferir.

O PIX solto ganha dono

Aquele PIX que caiu sem referência é associado ao pagador e à dívida dele, em vez de ficar como "recebimento não identificado" até alguém reclamar.

QR Code gerado aqui

O código PIX é montado pelo próprio sistema, no padrão do Banco Central. Não depende de uma API externa estar no ar para o morador conseguir pagar.

Repasse a quem é de direito

Proprietário, locatário e corretor recebem o que lhes cabe de forma automática, com a programação podendo ser pausada quando você precisa segurar.

Conta virtual da administradora

Para quem centraliza recebimento, o valor cai na conta da administradora e é conciliado pelo CNPJ de destino — com a trilha de qual condomínio é cada real.

Banco fora do ar não vira caos

Depois de falhas seguidas, a integração daquela conta é desativada e pede reativação manual — em vez de empilhar erro em silêncio.

A mesma conta, três ângulos

Cada um ganha uma coisa

A administradora Atende condomínios de bancos diferentes sem manter um processo por banco, e vê o saldo de todos numa tela.
O síndico Não precisa levar a troca de banco para a assembleia. Muda o sistema; o dinheiro continua onde está.
O conselho Continua fiscalizando a conta do condomínio no banco de sempre, com extrato próprio — sem depender só do que o software mostra.
Sendo bem direto

O que a gente não é

Esta é a página onde é mais fácil prometer o que não temos. Então vamos ser explícitos.

Não temos conta própria Não somos instituição de pagamento nem banco, e não existe "conta SeuCondomínio". O dinheiro do condomínio fica no banco do condomínio — e essa é uma decisão de produto, não uma etapa que ainda não chegou.
Não isentamos tarifa bancária Quem cobra tarifa, ou deixa de cobrar, é o banco. Nós não temos como zerar o custo da conta, e não vamos dizer que temos.
Não aplicamos o fundo de reserva Não oferecemos investimento, rendimento automático nem resgate para pagar despesa. O fundo de reserva rende — ou não — conforme o que o condomínio contratou no banco dele.
A conciliação nem sempre dispensa o OFX Onde o banco tem API, a conciliação é automática. Onde não tem, o caminho continua sendo importar o extrato em OFX — e isso ainda acontece em parte da rede bancária.

Fique com o seu banco. Troque só o sistema.

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